Como conseguir a vida que você sempre quis?

Mulher diante de um lago, com os braços estendidos e feliz

Categoria: Felicidade

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Importante: este artigo é meramente informativo e insuficiente para um diagnóstico definitivo. Sendo assim, é recomendado agendar uma consulta sobre seu caso em particular.

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Início do artigo

Uma das maiores fontes de sofrimento é perder a conexão com o que dá sentido e propósito à nossa vida.

Geralmente, ficamos presos nas obrigações da vida diária, lutamos para formar hábitos duradouros, saudáveis ​​e nos distraímos com pensamentos inúteis que lembram nossas deficiências.

Antes de desistir de si, veja as lacunas da vida como uma fonte de força, e não como um sinal de derrota.

Embora seja comum sentir-se desconfortável ​​ao olhar para as lacunas existentes em áreas importantes da vida, é essa angústia que aponta para o que realmente importa.

É a partir dela que encontramos o poder de criar a vida que queremos.

Olhando para o outro lado

Somos excelentes em estarmos no piloto automático, sem pensar para onde estamos indo ou o por quê.

Também somos bons em nos concentrarmos nas tarefas urgentes diretamente à nossa frente, apagando um incêndio após o outro, sem considerar as questões maiores da vida e a pessoa que queremos nos tornar.

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Uma das principais barreiras para examinar a própria vida é a percepção imediata de quão longe estamos de onde queremos estar.

A lacuna entre quem você é e quem quer ser, e a lacuna entre o que quer ter e o que tem é uma fonte de dor genuína.

Perder a conexão com o que é importante é tão angustiante que nos concentramos na tirania do urgente, bem como nos distraímos com entretenimento, substâncias e prazeres momentâneos.

Enquanto isso, o tempo passa e nada muda na vida.

Olhando mais de perto

Para ajudar as pessoas a transformar a própria dor em propósito, eu as encorajo a explorar duas áreas-chave da satisfação com a vida:

  1. Necessidades emocionais básicas e;
  2. Sua missão na vida.

Precisamos saber o que queremos e o impacto que desejamos causar em nossas vidas.

Seguindo os conceitos da teoria da autodeterminação, use estas perguntas para pensar sobre o que está fora do lugar em sua vida:

  • Pertencimento: quem é importante para você? Com quem você se sente aceito, incluído e conhecido? Quem está investindo na sua vida? Na vida de quem você está investindo a sua?
  • Competência: quais são seus talentos e habilidades? Como você está usando suas habilidades para fazer a diferença no mundo? Quais problemas você quer resolver? Que situações você quer melhorar?
  • Autonomia: o que você representa? A que você se opõe? Quais são seus valores e como eles estão guiando sua vida e as decisões que você toma? Você está no comando de sua vida ou circunstâncias, seu passado ou mente inútil estão no comando?
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Nosso sistema emocional é programado para nos avisar quando nossas necessidades emocionais básicas são atendidas e quando não são.

Se estamos infelizes, não precisamos procurar muito para saber os motivos.

Sentimos angústia quando estamos desconectados dos outros, lutamos para ver nosso valor e contribuição para o mundo e não nos sentimos no comando de nossas vidas.

Transformando dor em propósito

É essa angústia que precisa ser aproveitada e transformada em um propósito maior para nossas vidas.

Uma vez que descobrimos as lacunas na vida, podemos pegar esse conhecimento e entender a dor pelo que ela é: um sinal do que é realmente importante.

Nossa dor existe porque ansiamos por conexão, impacto e autonomia. Queremos ser conhecidos e conhecer os outros, fazer a diferença no mundo e desfrutar da liberdade de estar no comando de nossas vidas, defendendo o que mais importa.

Encontrando sua missão

Ao olhar para o que está faltando e começar a definir seus valores, reserve um momento para se examinar pela perspectiva do fim de sua vida:

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  • Que impacto você deixou para trás?
  • Pelo que quer ser lembrado?
  • O que quer que seus amigos e familiares digam sobre quem você foi?
  • Qual a impressão que causou em suas vidas?
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Reserve um tempo para identificar o impacto que deseja que sua vida tenha no mundo ao seu redor.

Isso ajudará a enfrentar uma das perguntas que muitas vezes evitamos, que o mantém preso no modo piloto automático: por que estou aqui?

A pergunta não pode mais ser “O que posso esperar da vida?”, mas também “O que a vida espera de mim?”, ou “Que tarefa na vida está esperando por mim?”

Ao explorar o poder que vem da lacuna entre onde você está agora e onde deseja estar, descobrirá que a dor que sente é um desejo de amor, conexão, impacto e significado.

A vida dói porque há algo importante para nós. Use esse poder para concentrar seu tempo, energia e dinheiro no que importa.

Seus valores e missão na vida transformarão a dor em uma direção focada para a vida. Isso o ajudará a colocar sua melhor energia nas poucas coisas que mais importam e a dizer “não” ao resto.

Nunca é tarde para fazer o que mais importa.

Sobre o autor: Emilson Lúcio da Silva

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Autor: Psicólogo Emilson Lúcio da Silva

Emilson Lúcio da Silva é Psicólogo desde 2012. Ele possui o título de especialista pelo Conselho Federal de Psicologia e é reconhecido como uma autoridade na área de saúde mental.

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