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Quando é hora de parar com a terapia?

Um pôr-do-sol no mar com uma inscrição "the end" escrito

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Você já se perguntou quando a terapia deve acabar? Talvez sinta que precisa de uma “pausa”, ou pense em dar uma de paciente ghost e não retornar os contatos do Psicólogo. Não se preocupe, esses são problemas comuns para muitas pessoas.

Como e quando definir o momento de parar com a terapia?

Uma ótima maneira de entender o fim da terapia é olhando para o seu início. É quando diagnósticos são dados, outros problemas são descobertos e os objetivos do tratamento são estabelecidos.

Por exemplo, expressar problemas com relacionamentos leva a um objetivo inicial de avaliar como os atuais e os passados ​​são iniciados ou mantidos. Você pode dizer: “estou sobrecarregado e não sei por quê”, e a partir daí o Psicólogo vai avaliar se há problemas de funcionamento e determinar se medicamentos precisam ser considerados (com a ajuda de um psiquiatra). Depois de identificar possíveis problemas centrais, ele vai ajudá-lo a lidar com problemas no “aqui e agora”.

O processo comum em todas as terapias

A terapia é um ambiente único de aprendizagem colaborativa, criado para resolver problemas na sua vida. Você aprenderá novas habilidades, conhecimentos e conceitos que ajudarão a tomar um rumo de maneira mais eficaz. Alguns exemplos do que se aprende na terapia são:

Livre-se do narcisismo em sua vida!

Psicólogo Emilson Silva com camisa roxa e rindo

Com mais de 12 anos de experiência, já ajudei milhares de pessoas a superarem algum tipo de abuso narcisista.

  • Consciência emocional;
  • Resolução de problemas;
  • Busca por um propósito e;
  • Melhoria dos relacionamentos interpessoais.

Os Psicólogos usam diferentes formas de terapia, e sempre com o objetivo de encontrar uma combinação que melhor funcione para você. Todas elas abordam comportamentos disfuncionais e padrões de pensamento desadaptativos. São frequentemente usadas para tratar depressão, ansiedade e outros distúrbios de saúde mental.

Essas formas também exploram pensamentos inconscientes e desejos, fantasias e medos subjacentes. Um modo de melhorar as relações interpessoais.

Diferentes formas de terapia abordam vários aspectos do funcionamento mental, cada uma com estilo e abordagem únicos. No entanto, todas as formas têm três conceitos semelhantes:

  • A relação entre o Psicólogo e paciente;
  • Expectativas e metas estabelecidas durante as sessões; e
  • Implementação de ações de promoção da saúde.

Como saber quando é melhor terminar a terapia?

A decisão de terminar a terapia precisa ser considerada com cuidado e consideração. Existem muitas emoções que levam ao pensamento de descontinuá-la. É melhor tomar essa decisão junto com seu Psicólogo, já que vocês dois são colaboradores no processo. Aqui estão algumas perguntas que podem ser úteis:

Você sente que estou melhorando?

Fazer essa pergunta vai levá-lo aos seus objetivos iniciais do tratamento. Talvez até tenha feito algum progresso, mas não tão rápido quanto gostaria, ou acredite que nenhum progresso aconteceu.

Fale com seu Psicólogo sobre como está se sentindo travado. É possível que você esteja enfrentando uma resistência que o leva a evitar emoções e/ou rejeitar mudanças. Esses comportamentos dificultam o envolvimento no processo terapêutico.

Também pode ser parte de um processo cognitivo e emocional maior chamado de ambivalência. Acontece por muitas razões, e ser capaz de identificá-lo quando está acontecendo, bem como reconhecê-lo com seu Psicólogo é o primeiro passo para sair do impasse.

A relação com seu Psicólogo não está boa?

Como qualquer relacionamento, a terapia também têm um conjunto de regras e etiqueta. Conflito e tensão podem se formar entre Psicólogo e paciente. Alguns consideram que isso é o início “real” do processo terapêutico, pois costumam fazer parte da vida de um paciente em outros contextos.

Falar sobre esse conflito é importante e requer muita confiança. Outra razão possível é a falta de habilidade do Psicólogo. Por exemplo, quando ele não consegue manter limites emocionais durante as sessões, gerando confusão sobre quais problemas estão sendo avaliados e resolvidos.

Se esse problema não for resolvido mesmo depois de vocês conversarem, encontre outro Psicólogo que tenha essas habilidades.

Você precisa de tempo para viver sua vida sozinho?

Construir independência é algo que se trabalha nas sessões de terapia, e terminá-la a partir de seus próprios termos ajuda a continuar a desenvolver essas habilidades. Você está usando o que aprendeu com mais frequência fora das sessões?

Podem ser aptidões de enfrentamento, regulação emocional, de relacionamento interpessoal ou prática de meditação e atenção plena. Se você acredita que está pronto para sair por conta própria, converse sobre diminuir ou terminar a terapia.

Será que você não está fugindo?

O comportamento passado prediz o comportamento futuro. Se você “fracassou” em relacionamentos anteriores, ou deu um ghosting em pessoas ao longo da vida, pode se sentir inclinado a fazer o mesmo com seu Psicólogo.

Esses são comportamentos de evitação e mal adaptativos. Infelizmente, eles provocam seus medos de abandono, perpetuando um ciclo de evitação. A grande questão é: do que você pode estar fugindo?

Se puder tratar disso com seu Psicólogo, então haverá uma grande incursão no tratamento.

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Palavras finais

Um equívoco comum é que “ser feliz” é o objetivo final da terapia. A felicidade é apenas uma emoção experimentada em um amplo espectro de outras emoções. O que as pessoas geralmente procuram é realização e direcionamento.

Os resultados da terapia e do crescimento pessoal não são lineares. Evite expectativas de que você nunca terá dias ruins só porque está fazendo terapia ou após o término do tratamento. A realidade é que todo mundo tem dias e momentos ruins, onde as emoções são avassaladoras.

O progresso na terapia ocorre quando você implementa as habilidades e ferramentas que aprendeu para identificar e gerenciar melhor suas emoções.


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