3 grandes razões que levam o casal a deixar de se amar

Metade de um homem e de uma mulher, separados por um espaço e ambos de braços cruzados

Categoria: Divórcio

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Importante: este artigo é meramente informativo e insuficiente para um diagnóstico definitivo. Sendo assim, é recomendado agendar uma consulta sobre seu caso em particular.

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Um casal sente que a vida será mágica no início de seu relacionamento. Porém o tempo, muitas vezes, leva o casal a deixar de se amar. Como é que todos aqueles sorrisos, risadas e excitação deram lugar à distanciamentos e desconexão?

Você está em uma situação semelhante, experimentando que o amor parece ter acabado? Esqueceu os bons momentos, reescreveu uma história negativa com o parceiro e não tem mais uma perspectiva de futuro juntos?

Se isso soa familiar, você deve estar se perguntando: “Achei que as coisas eram tão sólidas entre nós. Como pode um casal a deixar de se amar assim?”

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Depois de anos como Psicólogo, trabalhando com indivíduos, casais e famílias, tenho visto muito casal deixar de se amar por uma ou mais das três razões abaixo:

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Não se sentir mais apreciado, respeitado ou valorizado

No início do casamento, parece que o amor é incondicional, mas à medida que a paixão esfria, a tendência é começar ver um ao outro como garantido.

Quando o casamento cai na rotina, os estressores da vida cotidiana perturbam os elogios, gratidão e até mesmo o reconhecimento de comportamentos carinhosos. À medida que o respeito, a atenção e a bondade diminuem, o mesmo acontece com o sentimento de amor.

Ainda mais preocupante, o casal baixa a guarda e para de ser atencioso um com o outro.

Quando ambos não protegem mais um ao outro e se tornam insensíveis, o casamento sofrerá de energia negativa e negligência. Então, o casal a deixar de se amar.

Enquanto todo mundo se perde em seu próprio mundo de vez em quando, procurar por sinais de que você está subestimando seu parceiro é uma boa maneira de garantir que não caia complacência do relacionamento.

Agendar encontros juntos e reservar um tempo para mostrar apreço um pelo outro ajuda a restabelecer a conexão emocional.

Não gerenciar pensamentos tóxicos

À medida que os parceiros em um relacionamento de longo prazo expõem sua intimidade, eles compreensivelmente se sentem mais vulneráveis ​​à rejeição, julgamento e crítica.

Essa vulnerabilidade geralmente parece muito desconfortável. Como defesa, a pessoa que se sente criticada pode desenvolver pensamentos tóxicos em relação ao parceiro.

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Três exemplos de pensamentos tóxicos que destrói um casamento:

  • A armadilha do tudo ou nada: o parceiro sempre fazendo a coisa errada, ou nunca fazendo a coisa certa;
  • Conclusões catastróficas: o parceiro exagera nas ações e eventos negativos em relação ao outro;
  • A exgiência do “deveria”: o parceiro supõe que o outro atenderá a uma ou mais de suas necessidades apenas porque eles deveriam conhecer essa necessidade.

Embora existam núcleos de verdade subjacentes a esses tipos de pensamentos tóxicos, é a medida em que distorcemos, exageramos e nos concentramos excessivamente neles que leva um casal a deixar de se amar.

No entanto, ser capaz de procurar, e depois insistir intencionalmente nas virtudes e comportamentos positivos do parceiro são as chaves para superar os inevitáveis ​​pensamentos tóxicos que surgem em relacionamentos de longo prazo.

A conclusão é que um casal feliz e satisfeito não se prende a pensamentos tóxicos. Existe uma maneira melhor, mais realista e mais saudável de pensar um no outro.

É essa maneira de pensar que permite que um casal mantenha uma comunicação positiva, resolva problemas e aprimore o romance. Gerenciar pensamentos tóxicos e encontrar maneiras de continuar apreciando o parceiro é o segredo para um relacionamento feliz e sustentável.

A incompatibilidade que leva o casal a deixar de se amar

Um casal com atitudes, valores e origens semelhantes tende a experimentar satisfação, companheirismo, intimidade e amor mais duradouros, além de ser menos propenso ao divórcio.

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À medida que o casal se conhece melhor, e a excitação inicial diminui, ele descobre que seu estilo de vida, prioridades e valores preferidos não se alinham, deixando o parceiro desencorajado em relação ao futuro juntos.

Quando ambos os parceiros são flexíveis para explorar novas maneiras de se sentirem conectados, seus relacionamentos ficam mais fortes.

As maneiras de abordar efetivamente a incompatibilidade incluem:

  • Gerenciar as expectativas um do outro: em vez de culpar e acusar um ao outro de não ser o parceiro perfeito, é melhor aceitar que não existe parceiro ideal. Assim como você tem suas limitações e deficiências, o mesmo acontece com seu parceiro;
  • Encontrar pontos de interesse em comum: tenham a mente mais aberta um com o outro, buscando áreas em que vocês têm interesses em comum. Que tal fazer alguma atividade juntos, como uma forma de assumir um compromisso e passar mais tempo juntos?

Sobre o autor: Emilson Lúcio da Silva

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Autor: Psicólogo Emilson Lúcio da Silva

Emilson Lúcio da Silva é Psicólogo desde 2012. Ele possui o título de especialista pelo Conselho Federal de Psicologia e é reconhecido como uma autoridade na área de saúde mental.

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